Sonhos plathianos
Sonhei que construía uma casa do zero. Era eu quem fazia a argamassa, mas sem utilizar nenhum equipamento, tudo feito com as mãos. Uma sujeira danada, um esforço tremendo para, no final, dar em nada. Não consegui erguer nem uns 2 ou 3 tijolinhos. Gritos de frustração, de raiva. Violências a não ter mais fim, eu contra os outros, eu contra o mundo. Acordei com o corpo todo cansado, como se tivesse feito levantamento de pesos e agachamentos a noite inteira. É!!! É nisso que dá dormir depois de ler Sylvia Plath!!

31 de agosto de 2026, às 09:32