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Grande Museu Egípcio

Como o assunto recente desse blog tem sido, entre outras coisas, museus, História Antiga, interpretações contemporâneas sobre o que é velho, nostalgia dos tempos de antes, potências do nosso viver-agora, me lembrei, nessa viagem de hoje pelo Egito Antigo, do Grande Museu Egípcio (GME), inaugurado no fim do ano passado.

Gente, eu acho esse museu uma das ideias mais suprassumo da união do contemporâneo com o antigo. Primeiro que eu achei TUDO a ideia da construção lembrar uma coisa faraônica mesmo, mas como se fosse um faraó contemporâneo. Toda essa magnitude foi erguida muito próxima às pirâmides de Gizé, que datam de cerca de 2250 a.C. É muita coisa!!


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A altura monumental do museu foi planejada para abrigar estátuas gigantescas e nos causar a sensação de que estamos “dentro da pirâmide”. É ou não é uma coisa estratosférica?


GME


No meio do furor da inauguração do GME, o debate sobre a posse de milhares de artefatos da cultura egípcia que foram saqueados ao longo de muitos anos e que, hoje, se encontram espalhados ao redor do globo, foi reacendido. E, ainda que muitas peças famosas estejam em outros países, ele já reúne o maior acervo sobre cultura egípcia de todos os tempos.


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Afinal, o Egito foi a primeira grande civilização do Ocidente e ditou, em muitos aspectos, o que é poder, religião, escrita, saúde, lei, vida e morte. Ponto de encontro da África com o Mediterrâneo e a Ásia, esse grandioso poder se ergue, em pleno 2026, com uma magnitude que lhe é própria. Não é pra qualquer um!!


01 de setembro de 2026, às 19:00